segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Lembranças Abundantes (PARTE 1).

Olá senhoras e senhores, meninos e meninas, Gays, Lésbicas, simpatizantes, judeus, mulçumanos, católicos, enfim todos inclusive o etc. Venho contar através deste desabafo, observações tidas por mim, sentidas na pele em um período farto da minha vida.

 

Começando no princípio para fermentar a história no final, a saga dos excessos em minha vida começa aos 5 anos,  Mamãe chorava pelos cantos porque quando ela me servia o almoço eu reclamava que a comida era cheia de “verdinho” e eu não comia nada, era anêmico, pálido como um japonês com febre. Até que minha coroa teve a brilhante idéia de me matricular na Natação, a fim de abrir meu apetite, e surtiu certo resultado. Por coincidência, minha prima já nadava lá, na hora de ir embora eu voltava com a minha tia, que por sinal é minha madrinha, me perguntava sempre: “Você quer um risole fiô, a tia te dá?”, e eu morrendo de fome, não negava e devorava o oleoso acepipe, chegava a casa tomava aquela colherada de Biotônico Fontoura e com a fome de leão, devorava o almoço de lamber o prato. Na escola, comecei a ganhar uns quilinhos, na escola já começavam a me chamar de chumbinho e a me escolher por ultimo no time de futebol.

 

O futebol sempre me rendeu momentos de terror, quando eu sempre tinha a sorte de cair no time sem camisa, embora adorasse jogar na linha, minha saída para não tirar a vestimenta que descobriria meus rechonchudos peitos, era agarrar no gol, até q um dia eu comecei a assumir essa vergonha e dizer: “Não vou tirar a camisa porque eu sou gordo e tenho vergonha e jogava de camisa no time sem camisa. Isso durou desde os meus 8 anos, quando comecei a engordar e foi até os 19 quando eu emagreci.

 

Comecei a engordar com 8 anos mas passei por uma fase de freqüentar os vigilantes do peso aos 11, cheguei a perder 6 kg, o suficiente para aos 12, dar o meu primeiro e derradeiro beijo juvenil, de língua, embora tivesse passado por saudáveis e saudosos jogos de verdade ou conseqüência. Aos 14, 15, 16, 17 e 18 eu esses jogos, quando rolavam, só me restava responder as verdades, quando tinha algo pra ser esclarecido, pois em minha fase gorda, eu não tinha confiança pra nada inclusive para fazer travessuras, maldizer coleguinhas, eu era um vegetal que andava, minha presença tanto fazia, mas isso era o que eu achava.

 

Como o título diz tem a parte dois, da fase gorda, Ascensão e Queda de pesados anos em cima de dois pés.

8 comentários:

Anônimo disse...

aguardando a parte 2, recheada de doritos e coca-cola.

Anônimo disse...

aguardando a parte 2, recheada de doritos e coca-cola.

ei! eu vivo aqui, rindo das suas coisas! #) (L) :***

Anônimo disse...

melhor seria 'meu ano de orgias em brasilia'
:)

Anônimo disse...

'era anêmico, pálido como um japonês com febre.'
'um vegetal que andava'
UHADSUHHUADSHUADSHUUAHSDUHASD

Anônimo disse...

Nice job friend...

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Vou esperar a parte 2 =)

Unknown disse...

Adolescência e seus eternos complexos. A gente se apega muito aos rótulos, as impressões, a suposições... enfim, a gente presta atenção em tudo nessa fase, menos em nós mesmos. Mas é uma época boa, de descobertas infinitas e prazeres múltiplos. =)